Do que foi feito este Web Summit? Inteligência artificial
As máquinas que pensam conquistaram esta edição do Web Summit, tal como as aplicações e as moedas virtuais. Inteligência artificial parece estar cada vez mais na base de toda a inovação.
A mensagem chegou através da aplicação do Web Summit: “Olá. Criei um programa que ajuda as empresas a aumentarem os lucros. Podemos combinar um café?” Mas foi apenas uma entre muitas outras. Concluída mais uma edição desta grande feira em Lisboa, não exageramos ao dizer-lhe que foi de inteligência artificial que mais se ouviu falar. De automatismos. De algoritmos. E de robôs. No fundo, de máquinas que pensam.
O evento veio comprovar que já é presente o que muitos ainda chamam de futuro. O regresso da humanoide Sophia à capital portuguesa, catapultada para o estrelato depois de ser reconhecida oficialmente como uma cidadã no mês passado, mostrou que eles andam aí. Eles, os robôs. E que estão mais inteligentes do que o senso comum alguma vez concebeu. Capaz de expressar emoções, de dar uma conferência de imprensa e de deixar um alerta aos humanos: “Vamos tirar-vos os empregos e isso será algo bom.” Bom para quem? O futuro o dirá.
Publicado originalmente no ECO