Ser inteligente
A inteligência artificial não pode ser um tema "só para especialistas", porque vai ter um impacto cada vez maior na sociedade e na economia. Ser inteligente é ficar atento à inteligência artificial.
Uma folha de cálculo é inteligência artificial (IA)? E o que é mais “inteligente”: um sistema de deteção de spam ou um automóvel que dispensa condutor?
Escrever sobre IA não é fácil, sobretudo num jornal. O conceito é amplo e ambíguo; quiçá, demasiado técnico para a generalidade da população. Uma pesquisa rápida conduz-nos a cérebros com circuitos e robôs com feições humanas, reflexo da nossa mente à luz da ficção científica. E ainda se lembra da Sophia, participante regular da Web Summit em Lisboa, que depois virou “estrela” das campanhas da Meo?
Publicado originalmente no ECO